quarta-feira, 1 de junho de 2011

A Lua e o Céu, o Céu e a Lua


Não há visão mais bela que a Lua cheia num Céu estrelado. Cada Estrela uma pequena oferenda pra poderosa Lua. Cada Astro riscando o Céu, peças de um Espaço imenso, Astro por astro construindo as fundações da infinita e amorosa Galáxia. Infinitas possibilidades só reveladas pelo brilho da Lua.

Não há visão mais doce do que a Lua minguante num Céu azul. A placidez da Lua ao deitar-se na Rede do Céu, que vigia a Lua aninhada nas Nuvens que a envolvem como lençóis. Brancos, vermelhos, azuis.

Não há visão mais alegre do que a Lua crescente num Céu pela manhã. Mesmo com o intimidador Sol derramando seus raios pelo Céu, adormecendo as Estrelas, a Lua se mostra disposta a ficar no Céu, desafiadora, impulsiva.

Não há visão mais revigorante do que a Lua nova no Céu de crepúsculo. Quando o Céu se escurece e não aparecem as Estrelas, a Lua surge com brilho fulgurante, excitante, quente. Lua brilha e o Céu sorri.

Não há amor maior do que o do Céu pela Lua. O Céu protege toda a Terra em oferenda a Lua, e ela do Céu nada exige. Apenas quer as Marés puras. E o Céu e a Lua se amam mesmo em dia de Eclipse, onde se pode ver o Céu a chorar a Via-Láctia, pra Lua, e a Lua o ama. E eles se amam.

E o Céu é da Lua.

E a Lua é do Céu.

E o Espaço é dos dois, e é infinito. E eles se amam em todo o Espaço...

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